De o play...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
O preço de uma renuncia
A impressão é de que não irá passar, dor de uma ferida aberta!
Por aqui as luzes não mais se acendem.
Sentimentos vestidos, olhos fechados ao chorar... Quão será o preço de não ter aquelas mãos para meu amparo?
Flores de um jardim sem perfume, cores me falta nas telas... É o inverno, o inferno que não passa!
Preenchido da sensação de fragilidade, assisto vidas que ausentam sorrisos, e, ausente se faz desculpas e justificativas, lembrança de quantos foram os erros.
Presentes se ressaltam falhas, incapacidade de cura em visíveis imperfeições...
Por que passou tão rápido? Por que não me levastes?
Divergiu dos caminhos traçados sem a mim avisar, primeiro fui apenas em sua falta sentir!
Quanto é áspero não optar, aceitar decisões suas de soluções tão nossas.
Por você, pelos seus medos e egoísmo renunciei, e assim, pela ultima vez me omiti!
Jamais pensei pagar tal preço...
Inconfortável saber não termos como recomeçar, saber não existir uma segunda chance de causar uma primeira impressão, e por fim, saber fugir de nossa alçada mudar o fim de uma história que já teve seu fim pautado.
No escuro, enquanto estiver a rifar motivos, lembrasse que foi por ti!
Renuncia foi tornar refém dois corpos...
... Escravos de si por toda eternidade!
Evandro Jardim
20/01/2011 Cabo Frio - RJ
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Querido Cunha,Belissimo texto!Consegue-se perceber em cada palavra o que se passa:a angustia, os questionamaneots e por fim a tristeza por um plano que nao se concretizou como o esperado(o nosso desejo sempre esbarra no desejo do outro).Mas lembre-se voce sempre ganha!Ganha em aprendizado,conquista experiencias e se torna mais valente ainda para as futuras batalhas do coraçao.E mais,confirma novamente que os amigos sao sempre seu porto seguro,sempre a postos para ampara-lo.Grande abraço.
ResponderExcluirPesado este. Angustia partiu de você e chegou em mim num só tempo.
ResponderExcluirSe essa era a intenção: dever cumprido, haha
Bju e força para levar a vida!