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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sobre tudo que vivemos


Talvez tenha sido falta de coragem, insistência... Talvez tenha faltado maturidade, adeptos aos quereres e não a maledicências de outros!
Talvez tenha faltado tato, sensibilidade de lhe escutar enquanto ficávamos em silêncio.

Quando verdades se tornaram absoluta me vi perdido e faltou-me você!

Será que deveria de ser assim? Às vezes me ponho a pensar que a culpa não foi de ninguém!

Cômico é ver o curso de atitudes tomadas, descobrisse como tudo é tão incerto. Momentos que apenas se dão ou não, inevitável sondar em breves instantes como seria... Nada morreu!

No travesseiro ecoam palavras ditas e ate outras que não... Faz recordar dificuldades e provas, soluços deferidos pós-choro, de quantas foram às lamentações.

Como se passou o tempo!

Por não aceitar meus erros te renunciei. Tive medo e a empatia me fez ser covarde. Calei-me quando se fez necessário algo dizer e assim vi passo serem dados, passos estes que já não se podem recuar, daí a diante fez-se presente a ação do tempo...

Rumos deferentes, corações alado... Prover o amor e o bem não mais a nos, e sim, a quem quer que seja!
Sem questionamento, palavras corretas em linhas tortas.

Acabou! Voltamos a sermos dois.



Evandro Jardim

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