De o play...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Alguém pra vida inteira

De pequenos comentários grandes são os diálogos que surgem e se muito é tido que mal tem se tudo que quero é ouvir sua voz?!

Espontânea!

Jeito de “muleka” na maturidade de mulher, branda como a brisa que sopra e intensa com toda intensidade que lhe é permitida.

Incoerente em mim, por permitir que me perca nos olhares em que lhe encontro... Traz-me certezas do caminho! E segue... Admiração que se fez traiçoeira ao me pegar pensando em nos... Agora como dupla!

Trazendo promessas de uma historia a qual sinto meu coração clamar, quis fazer de curtos abraços, leito de conforto e desejos, e como não a desejar?! Toque suave de natureza carinho, afeto que cativa, teve-me criança, sem que, com sentimentos quisesse brincar...

Então que aprendemos...
...E que os mesmos medos que nos aflige nus encorajem, que seguimos a acertar onde o passado por muito errou e que jamais façamos a esquecer...

EU LHE AMO!


Evandro Jardim
22/09/2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A última carta

Passasse o tempo e sua essência em mim hospeda, insiste em doer.
Universo de palavras que lhe pertence e oportunidade de serem ditas faltou.

Tudo continua sendo tão seu!

Não que o sol já não brilhe, mas, falta faz seus olhares nele a irradiar. Já não tenho como dizer que se protele a partida e viva aqui ao meu lado.
Mal deu tempo para te amar e devagar te vi partir.
Não sei se digo por nos dois, mas, certeza tenho de que os mesmos esforços que nos uniram foram os que nus separaram e o provável fim se fez absoluto em meio nossa ausência de forças para lutar.

Sem mais!

Sinto que andamos para traz em todos os passos que a frente são dados. Sozinho não pôde impedir e agora lamenta tal infelicidade, tende viver flores sem cor.

E ainda doe!

Faço dizer que cada pauta destas palavras escritas é como um fio de seu cabelo onde ainda lhe posso tocar com gestos suaves de canções macias.
Agradeço por ter sido mesmo que perecível a mulher com quem quis passar todos os dias de minha vida. Coração que se adormeceu.
Dia voltemos para nus buscar!

Ainda, tão seu...



Evandro Jardim
08/2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fotografias

Desfaço-lhe em pétalas enquanto é você meu coração!
Morena, pele clara, cabelos vermelhos e vezes ate de Jasmim,
continuo a me preencher de vazio...

Tudo que fiz de nos foi picadeiro, atrações inusitadas, de risos por varias me envolvi, tentei ditar o espetáculo... torná-lo mais atrativo, atrativo pra quem? Escutei a platéia que a sorri me viu chorar.

Circo dos horrores!

Troquei atitudes, inverti sentimentos, fui imaturo e tive pensamentos que constancia faltou, cometi adultério em trair meu verdadeiro querer.
No raiar da aurora dispo-me de felicidade, a noite baile...
Mascara solidão!

Penso não mais doer, mas, solidão, essa sim, eterna tristeza afaga!
Marinheiro, dose diária de pensar em você segue a emaranhar meu tato de viver em sua ausência.

Oxalá! Só pretendo me ter de volta agora que em teu anseio já não resido.

Almejo novamente ser sóbrio em meus quereres...

Viver um novo amor!



Evandro Jardim
11/05/2011

“Minhas palavras iram curar seu abandono!”

domingo, 13 de março de 2011

Imprescindível

Como é que tudo muda em frações?!
Conhecemos pessoas, perdemos outras, somamos pra uns, subtraímos pra outros e às vezes ate nos dividimos...
Hora triste outra feliz... Luzes que se apagam caminhos que se abrem sentimentos intocáveis!
Fatos que acontecem por acontecer e momentos que se realizam e se eternizam... Conhecer-te é aprender, admirar a garra de quem muito tem para oferecer.
Sintonia incrível, corpo e mente calor que conforta!
Moça do cabelo vermelho.


Evandro Jardim

terça-feira, 8 de março de 2011

Insensato


Distraiu-me, invento amores e em instantes corto meus pulsos...
Revelo que alma e corpo são sinônimos e que bem maior é tão sórdido quanto relacionamentos que se declinam em meio caráter contaminado por mazela.

Brincar de amar me faz sentir vivo, pouco consciente, inconseqüente!

Mera fantasia, ventríloquo!
Ter muito de algo supérfluo, amar e fingir ser amado!


Evandro Jardim

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Um minuto "eu"

Amo como se deve amar o amor...
Da coroa as mazelas, verdade absoluta,
corpo, mente e auto-expressão!


Evandro Jardim

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sobre tudo que vivemos


Talvez tenha sido falta de coragem, insistência... Talvez tenha faltado maturidade, adeptos aos quereres e não a maledicências de outros!
Talvez tenha faltado tato, sensibilidade de lhe escutar enquanto ficávamos em silêncio.

Quando verdades se tornaram absoluta me vi perdido e faltou-me você!

Será que deveria de ser assim? Às vezes me ponho a pensar que a culpa não foi de ninguém!

Cômico é ver o curso de atitudes tomadas, descobrisse como tudo é tão incerto. Momentos que apenas se dão ou não, inevitável sondar em breves instantes como seria... Nada morreu!

No travesseiro ecoam palavras ditas e ate outras que não... Faz recordar dificuldades e provas, soluços deferidos pós-choro, de quantas foram às lamentações.

Como se passou o tempo!

Por não aceitar meus erros te renunciei. Tive medo e a empatia me fez ser covarde. Calei-me quando se fez necessário algo dizer e assim vi passo serem dados, passos estes que já não se podem recuar, daí a diante fez-se presente a ação do tempo...

Rumos deferentes, corações alado... Prover o amor e o bem não mais a nos, e sim, a quem quer que seja!
Sem questionamento, palavras corretas em linhas tortas.

Acabou! Voltamos a sermos dois.



Evandro Jardim

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O preço de uma renuncia


A impressão é de que não irá passar, dor de uma ferida aberta!
Por aqui as luzes não mais se acendem.

Sentimentos vestidos, olhos fechados ao chorar... Quão será o preço de não ter aquelas mãos para meu amparo?

Flores de um jardim sem perfume, cores me falta nas telas... É o inverno, o inferno que não passa!

Preenchido da sensação de fragilidade, assisto vidas que ausentam sorrisos, e, ausente se faz desculpas e justificativas, lembrança de quantos foram os erros.
Presentes se ressaltam falhas, incapacidade de cura em visíveis imperfeições...

Por que passou tão rápido? Por que não me levastes?

Divergiu dos caminhos traçados sem a mim avisar, primeiro fui apenas em sua falta sentir!
Quanto é áspero não optar, aceitar decisões suas de soluções tão nossas.
Por você, pelos seus medos e egoísmo renunciei, e assim, pela ultima vez me omiti!

Jamais pensei pagar tal preço...

Inconfortável saber não termos como recomeçar, saber não existir uma segunda chance de causar uma primeira impressão, e por fim, saber fugir de nossa alçada mudar o fim de uma história que já teve seu fim pautado.

No escuro, enquanto estiver a rifar motivos, lembrasse que foi por ti!

Renuncia foi tornar refém dois corpos...
... Escravos de si por toda eternidade!


Evandro Jardim
20/01/2011 Cabo Frio - RJ

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Cosas de la vida

Você é tão intensa em meus pensamentos que se estico meus braços posso por um instante te abraçar... Fecho os olhos e tenho sua imagem tão nítida que ao me aproximar posso tocar teus lábios, lindo e doce como da ultima vez que os beijei!

Momentos de nos dois que nem tempo nem situações puderam apagar...
Amo você!

Se existe razão dela há tempos desci. Pensar em você é ser meu lado emoção e perceber sentimentos exprimir de mim’alma e ter a certeza de que longe de você nada sou... Verdades são ditas em meu olhar!

Mudam personagens, cenários, tempo...

Conquistas passam a ser meros detalhes sem você junto de mim para gozar-las!
Chega aqui pertinho, eu preciso tanto de um carinho seu...

Um abraço, seu calor, ao menos de longe um sorriso como era de costume. Tenho que ter você pra voltar a sonhar, sem ti já não sei o que é sorrir... “Faz-me brilhar a alma!”

Falta sinto de mim quando não estou com você!

Corações tão perto de corpos tão distantes, assim te amo!




Evandro Jardim