De o play...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Um minuto "eu"

Amo como se deve amar o amor...
Da coroa as mazelas, verdade absoluta,
corpo, mente e auto-expressão!


Evandro Jardim

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sobre tudo que vivemos


Talvez tenha sido falta de coragem, insistência... Talvez tenha faltado maturidade, adeptos aos quereres e não a maledicências de outros!
Talvez tenha faltado tato, sensibilidade de lhe escutar enquanto ficávamos em silêncio.

Quando verdades se tornaram absoluta me vi perdido e faltou-me você!

Será que deveria de ser assim? Às vezes me ponho a pensar que a culpa não foi de ninguém!

Cômico é ver o curso de atitudes tomadas, descobrisse como tudo é tão incerto. Momentos que apenas se dão ou não, inevitável sondar em breves instantes como seria... Nada morreu!

No travesseiro ecoam palavras ditas e ate outras que não... Faz recordar dificuldades e provas, soluços deferidos pós-choro, de quantas foram às lamentações.

Como se passou o tempo!

Por não aceitar meus erros te renunciei. Tive medo e a empatia me fez ser covarde. Calei-me quando se fez necessário algo dizer e assim vi passo serem dados, passos estes que já não se podem recuar, daí a diante fez-se presente a ação do tempo...

Rumos deferentes, corações alado... Prover o amor e o bem não mais a nos, e sim, a quem quer que seja!
Sem questionamento, palavras corretas em linhas tortas.

Acabou! Voltamos a sermos dois.



Evandro Jardim

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O preço de uma renuncia


A impressão é de que não irá passar, dor de uma ferida aberta!
Por aqui as luzes não mais se acendem.

Sentimentos vestidos, olhos fechados ao chorar... Quão será o preço de não ter aquelas mãos para meu amparo?

Flores de um jardim sem perfume, cores me falta nas telas... É o inverno, o inferno que não passa!

Preenchido da sensação de fragilidade, assisto vidas que ausentam sorrisos, e, ausente se faz desculpas e justificativas, lembrança de quantos foram os erros.
Presentes se ressaltam falhas, incapacidade de cura em visíveis imperfeições...

Por que passou tão rápido? Por que não me levastes?

Divergiu dos caminhos traçados sem a mim avisar, primeiro fui apenas em sua falta sentir!
Quanto é áspero não optar, aceitar decisões suas de soluções tão nossas.
Por você, pelos seus medos e egoísmo renunciei, e assim, pela ultima vez me omiti!

Jamais pensei pagar tal preço...

Inconfortável saber não termos como recomeçar, saber não existir uma segunda chance de causar uma primeira impressão, e por fim, saber fugir de nossa alçada mudar o fim de uma história que já teve seu fim pautado.

No escuro, enquanto estiver a rifar motivos, lembrasse que foi por ti!

Renuncia foi tornar refém dois corpos...
... Escravos de si por toda eternidade!


Evandro Jardim
20/01/2011 Cabo Frio - RJ