De o play...

terça-feira, 27 de julho de 2010

Pra quando você chegar

Um corpo, duas almas...
Perder-me na linha do tempo respirando você!

Intenso, todos os dias como o primeiro e o primeiro como o ultimo. Diferente de tudo, fervor nos momentos remotos, paixão nos momentos frios e ambos em nossos momentos. Irracional, você em tudo... Olhar no espelho e ver teu reflexo, me tocar e sentir seu corpo, me alegrar todas as manhãs por que vivo você!

Já somos somatório, pois, mesmo longe sempre fomos um, aparição, só em ti pensar... Quero superar limites e sentir algo que com meras palavras não consigo expressar.

Ando a flor da pele por cada instante a te idealizar! Ao deparar com seu olhar não irei me conter e espero sentir tudo àquilo que provei quando nos beijamos antes mesmo de nos conhecermos!

Start, despertar novos sentimentos e não reciclar antigos... Coração que só bate por você e nunca para, suicidando instantes a espera do momento em que você irá surgir...

Homem de muitas flores, mas de um só amor!


Evandro Jardim

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Apenas a força do tempo

Antes que se morra o ultimo suspiro é mais forte... Todos os dias iguais e nunca se sabe como será o final, pessoas diferentes em momentos diferentes e após o urgir do tempo, caminhos diferentes!
Pensamentos que pairam e indagam: _ “Para onde vai o amor quando meu amor acabar?”

Não se termina algo que não teve inicio!
Aventuras bem sucedidas, tristezas a ferro marcadas e a conclusão de que vidas são vividas e tudo não passa de momentos que se sobrepõe, contudo, ate raios caem nos mesmos lugares varias vezes, por que destinos não podem se trançar mesmo que sofrendo a força do tempo?

Olhos vendados ou não continue a dar passos, “Os fins justificam os meios” e o mundo se transforma com ação do tempo...
São apenas ventríloquos, corpos tatuados pela vida!

Evandro Jardim

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Curta Metragem

Erros, acertos e vida...
Não sei em quantas foram às edições em que protagonizei um relacionamento frustrado, contudo, acredito ter desempenhado um ótimo papel, pois, sempre sou cotado para o tal neste filme chamado “Minha vida”.

Relapso por ser preocupado em demasia, possessivo sempre que desligado e às vezes sempre egocêntrico quando só seu bem estar almejava...
Fútil por me apegar em seus mínimos senão minuciosos detalhes, e assim esquecendo o que realmente era vital... “eu agora éramos-nos”

Universo de vaidade deparou-me, fogueira que não se apaga e substitui a que ate então ardia... Paixão! Já não me faço suficiente em dilúvios de exigências e a bonança será impar... Solitário, mas, como sempre bem assistido!

Evandro Jardim