De o play...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O quão vazio é meu eu!

Sem palavras...

Rosa dos ventos que não aponta norte, então, qual a direção?
Caminhos que desvirtuam acordo necessidades do mundo, do subúrbio!
Placas que nos sinalizam divergência. Olhos fechados podem proporcionar um lapso, feixe entre frestas, mínima compreensão!

Verdades sem ter a quem...

Minutos que aparentam dias, de dias que já não aparentam mais, desconheço meus rumores, prometo virtudes sem saber haver tempo.
É a cifra de uma oração não tocada.

Pouco de muito é miséria e muito de nada é o que temos,

Somos apenas mais um poeta destilando idéias, palavras ao vento!

EJ.

(Projeto Musicando)

Um comentário:

  1. Nossa... você está se tornando um mega poeta hein... tô amando suas crônicas.

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